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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Uma Simples Divagação de Férias


Olá a todos! Como estão?

Faz tempo que não nos vemos não? Essa é a primeira postagem de 2011? Puxa como o tempo passa rápido não é mesmo?

Mas enfim, vamos logo ao que interessa! Poderia passar horas a fio descrevendo as festas de final de ano e os porres que tomei e os que deixei de tomar, as festas que frequentei, os amigos que visitei e até mesmo as meninas que mexeram com meu coração durante esse último mês de Janeiro, mas hoje aconteceu uma coisa engraçada que simplesmente me deu vontade de voltar a postar aqui neste espaço, e com isso dito já podemos começar...

Saí de Sampa há alguns dias graças à carta branca em forma de e-mail que me concedia mais sete dias de alforria para ir cantar em qualquer lugar que me desse vontade, e com isso em mãos, parti para meu lugar favorito em todo o planeta – qualquer lugar que tenha sol e mar!

Tenho quase certeza que devo ter sido um peixe em outra vida ou mesmo filho de Poseidon, e que apesar de ser um leonino pra Serpentarius nenhum mudar a data, sempre gostei muito desse mundo comercial de Coca-Cola com praia, mar, alegria, sol e pessoas felizes (Sim, o calor da noite já está afetando e muito a minha escrita, mas deixa isso pra depois). Fato é que toda viagem é muito melhor quando se está acompanhado, por isso convoquei más tres caballeros e partimos rumo ao litoral.

E entre conversas afinadas e promessas de nunca mais beber até a noite seguinte, eis que um assunto no pior estilo hot topic parou na mesa que nem espetinho de bacalhau que chega depois da quinta rodada de cerveja. “Afinal, o que são os amigos?”. Foi assim mesmo, disparado do nada como um raio que corta embriaguez lúcida de nossos sentidos que nos entreolhamos e ainda perplexos, começamos a divagar sobre o assunto.

Na verdade isso poderia até render um bom conto, mas não vou desmerecer os clássicos contistas que me foram enfiados goela abaixo em três anos de Letras cometendo tal sacrilégio, por isso, lhes digo logo a parte que me diz respeito, pois para mim, os amigos são como as estações, muitos se vão com o passar do tempo e deixam lembranças alegres ou tristes, também existem aqueles que você escolhe seguir e aqueles que escolhem seguir você, e assim se cria um elo de amizade verdadeira, e mais do que isso, uma relação profunda que tem como base o respeito e a confiança.

Já conheci pessoas que mereciam toda a minha mais devota lealdade, mas que com o passar do tempo acabaram por se desviar de meu caminho deixando uma trilha de saudades ou de arrependimentos. Não mentirei dentro deste sagrado espaço para minha própria lucidez, e confesso que sempre segui um conceito em relação às minhas amizades – quem decidir vir comigo ou aqueles que eu desejar ter em minha vida para sempre, poderão eternamente contar comigo para qualquer momento ou situação. Gosto de ajudar e fico feliz em fazer qualquer tipo de coisa que possa ser considerada um sacrifício para que uma pessoa que eu considero importante fique feliz ou que consiga realizar um belo sonho, sou um grande observador de sonhos, aquele cara que dá um empurrão pro amigo ir falar com a menina mais bonita do colégio, aquele que apanha junto e pula numa briga sem pensar duas vezes, aquele que abraça as amigas e que vai tirar satisfações com ex-namorados, já fiz tudo isso e faria tudo de novo, pelo simples fato de que essas pessoas sempre fizeram o mesmo por mim.

Sou um homem que não conserva amizades, prefiro muito mais constituir uma grande família com irmãos e irmãs que não têm o mesmo sangue, mas que fazem meu coração bater como se fosse um só. Nascemos em dias, meses e até mesmo anos diferentes, mas escolhemos de livre e boa vontade seguir juntos pelo mesmo caminho, e se Deus puder ser um pouco mais bondoso, até mesmo morreríamos no mesmo dia, do mesmo mês e ano.

C ´est la Vie, pelo menos eu quero acreditar que seja, e se não for, vou lutar para que se transforme no mais perto possível disso, e no final, sei que não estarei sozinho, pois neste grande palco pelo qual passamos, existem mais papéis do que eu possa nomear, mas asseguro que nunca houve um coadjuvante sequer na minha história - e nem haverá. E por isso eu sou muito grato.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Uma Reflexão Natalina




Olá a todos!

Como estão? Faz tempo não?

Pois é, de vez em quando a vida dá certos pulos que fica até difícil pegar o ritmo novamente, e é exatamente sobre isso que esse post se trata, na verdade, a ideia original era mais sobre fazer um balanço de tudo o que aconteceu neste último ano, mas teria muito para contar e pouca paciência e memória para registrar aqui neste espaço tudo o que passei, sem falar que não gosto desses resumos de final de ano, aliás, se o mês de dezembro não fosse representado em grande parte pelo signo amigo de Sagitário e pelas pessoas maravilhosas que habitam minha vida e que fazem aniversário nesse mês, teria muito mais motivos para gostar ainda menos dessa época do ano.

Acontece que desde que era um adolescente espinhento nunca gostei muito do Natal, sempre achei um pouco forçado demais essa história de "Paz na Terra aos Homens de boa vontade", mas enfim, como bom cristão influenciado pelo Budismo que sou, sempre aceitei numa boa a tudo e a todos que resolviam aparecer pela frente durante essa temporada de festas.

Mas o engraçado é que este ano a vida me mostrou como lidar com certas coisas que nunca havia experenciado antes, visitei o inferno duas vezes por causa de decepções amorosas, subi ao paraíso com minhas conquistas profissionais e pessoais, me tornei amigo de novo de pessoas que jurava que poderia perder o contato facilmente, senti na pele a dor de perder um dos meus melhores amigos e mentor para todas as horas que era representado pela figura do meu avô, enfrentei desafios atrozes em minha jornada acadêmica, que graças à ajuda de duas pessoas mais do que especiais, verdadeiras companheiras que me adotaram e viraram meus anjos da guarda, pude ser salvo e ter minha fé renovada em alguns aspectos da convivência humana.

Por isso, aí vai uma pequena lista de tudo que me valeu a pena esse ano:

Aprendi que não é feio chorar por quem você ama.
Aprendi que não é bobagem lutar para defender quem você quer bem.
Aprendi que tudo bem levar um tombo de vez em quando.
Aprendi que nem todos gostam de mim, mas no fundo tenho que respeitá-los pelo que são.
Aprendi que quando você pensa estar sozinho, na verdade seus melhores amigos, estando perto ou longe, estarão sempre com você e irão chorar, rir e lembrar de muitos momentos em que passamos juntos, seja por uma ligação de número restrito na madrugada, um tweet singelo com apenas um s2 seguido do meu nome ou uma conversa de msn cheia de emoticons te dizendo o quanto te adoram e sentem sua falta.

E por último, mas não menos importate, aprendi que tenho que aproveitar tudo isso e sempre tentar ao máximo fazer com que todas essas pessoas possam sempre estar ao meu lado, e que eu possa estar sempre ao lado delas. Não poderia nunca pensar em um modo melhor de viver minha vida, e essa talvez seja a resposta que estive procurando por muito tempo.

Sou grato por tudo que aconteceu e pelas oportunidades que me foram oferecidas neste ano. Mais do que isso seria dizer que gosto demais do Natal, mas de fato há um certo clima de bondade e esperança no ar que renova tudo aquilo que os outros meses desgastam dentro de nós, por isso, vou ficando por aqui, e desejo a todos um Feliz Natal junto de suas famílias e amigos! E claro, como já é tradição, vou ler Charles Dickens até enjoar! E com isso, "God Bless Us, EveryOne!"

domingo, 31 de outubro de 2010

Everyday



I wake up every morning at 6:00 A.M to have a shower

Thinking about some things I have to do

Living day by day is becoming a hard task

As I walk down the street having three buses to catch


I don´t know what´s going on

Somebody just told me

There´s five little kids playing outside in the street

The poor things can´t even decide who they wanna be

Their idols are dead and a hero is rare to see


I can´t imagine how their future is going to be

Their parents died trying to give them the best

For they would become the finest they could be

But society gives us all a gun and a bullet

And we´re free to choose between aiming and shootin´


But guess what? We never break the rules

We want to say things that others wouldn´t dare to do

And we´re just a bunch of fools

We believe when they say “you can write about anything”

So we write and we get screwed


My life has been blessed from the heavens above

I have special feelings I cannot lose

Just to keep me safe and warm

From the cold adrenaline modern life inject into us


I pray every night for my mind´s sake

They say to keep praying to fortify my faith

It´s funny how things happen in church

They call you brother before you get robbed


Sometimes I wish my world was a little different

I guess I never saw a rainbow, there´s always a storm coming

And we keep living and praying and planning and failing

And gaming and playing and saying and giving and taking

Until someone dies.


Then we wait for the next round to have a fresh start

All over again.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Japão, Cultura e Games

Olá a todos, como estão?


Finalmente estou voltando para estas bandas a fim de postar sobre games! E o que é melhor, o post de hoje não é apenas sobre games, mas também envolve Cultura Annnnnd Japan baby!!! Oh Yes!
Sendo que o motivo de tanta alegria é que estou voltando a escrever sobre três grandes paixões que de alguma forma ou de outra, sempre nortearam algumas decisões em minha vida, e com isto claro, vamos começar? Let´s roll!

Na última terça - feira (19), aconteceu no Espaço Cultural Fundação Japão em São Paulo, a palestra: "Japão: um olhar ocidental a partir da cultura dos vídeogames" ministrada por Adriana Kei - professora do curso de Design de Games e Tecnologia em Design de Animação pela faculdade Anhembi Morumbi, além de game designer, produtora e sócio-proprietária do estúdio de games "Cats in the Sky".

Com um auditório quase lotado, Kei palestriu durante duas horas (que mais pareceram quinze minutos) sobre como a sociedade ocidental foi afetada pela cultura japonesa de diversas formas, seja importando produtos ou até mesmo incorporando valores e ideais tão presentes no universo oriental.

Começando com uma breve trajetória sobre o legado das principais desenvolvedoras japonesas, a atenção reservada para a Nintendo foi um dos pontos altos da noite, onde foram discutidas não somente as origens da marca, mas também seu histórico de criações e os bastidores por trás de grandes títulos como Donkey Kong e Super Mario Bros., além de como esses jogos ajudaram a criar uma nova geração de ícones que iriam influenciar uma nova era de gamers que começava a se formar.

A seleção de jogos apresentados não deixou a desejar em nenhum aspecto, foram citados desde games característicos da era Playstation como Final Fantasy VII (1998), até mesmo outros de valor histórico incomensurável, tais como Gun Fight (1975) e Pac - Man (1980).

No entanto, aqui cabe uma ressalva, já que um dos títulos que faltou para consolidar ainda mais a relação Cultura oriental e Ocidente, é o caso da franquia Pokémon. Não há como negar que os jogos de Pokémon para Gameboy foram um verdadeiro divisor de águas dentro do mercado de games americano, já que a venda de cartuchos dos monstrinhos de bolso superou as expectativas tanto da Nintendo americana, como a de sua matriz japonesa.

O fenômeno dos consoles de bolso não teria um quinto de sua grandeza atual no mercado global se não fosse pela ajuda de Pikachu e cia. O fato é que a partir do sucesso viciante que esses lançamentos atingiam em velocidade absurda, uma nova cultura gamer se estabeleceu entre os mais aficionados, ou true / hardcore gamers.

No entanto é injusto comparar o sucesso de plataformas de Arcade com o monstro que o Gameboy havia se tornado, até mesmo por uma questão de recursos tecnológicos e o contexto global em que foram criados e distribuidos ao redor do planeta, mas de toda maneira, isso contribuiu para o surgimento de um novo conceito em criação de enredos, gráficos, e até mesmo estilos de sons para os jogos que ainda estavam a ser desenvolvidos e que já estavam encarregados de uma difícil tarefa: continuar agradando aos fãs que as empresas haviam conquistado ao longo de décadas de lançamentos inovadores e cada vez mais conceituados.

Por fim, hoje vivemos uma nova era onde podemos acompanhar de perto o desenvolvimento de grandes ideias que se tornarão (ou não) fatores decisivos que influenciarão outras gerações que ainda estão por vir.

A tecnologia usada para criar games surpreendeu o mercado ao provar que o cinema deixaria de ser a mais versátil forma de entretenimento no século XX / XXI, e novas tendências estão para surgir ao que estamos assistimos, em ritmo cada vez mais frequente, o nascimento de um novo mercado consumidor e produtor não somente de games, mas que tem como meta estabelecer um padrão revolucionário a cada criação, nas palavras de DaVinci, "Que o teu orgulho e objetivo consistam em pôr no teu trabalho algo que se assemelhe a um milagre."


E por enquanto é só. Ficamos por aqui e até a próxima!


segunda-feira, 27 de setembro de 2010


Last and First Entry of my own Diary

É estranho como ultimamente eu venho escrevendo pelos motivos errados, pelas razões que eu nunca achei que fossem guiar meu destino. Mas a vida é assim, e o que há de se fazer com ela a não ser vivê-la sem arrependimentos e com a sensação de que não se deixou nada para trás e de que quando sua hora chegar você poderá dizer que tudo valeu a pena?

Tenho me descoberto muito nos últimos tempos, e a cada meditação, a cada suspiro profundo, chego mais perto de minha verdadeira essência, pois cada vez mais descubro que me tornei um renegado, um mal – amado por todos que vou contra e que luta pela felicidade de seus bons e poucos amigos.

Tornei-me? Acho que não. Quiçá sempre fui assim, um bicho ruim mesmo e que nunca se importou com isso. Afinal, o que é a maldade? O que vem a ser bom? O sentido das coisas já não é mais o mesmo para mim.

Meus olhos flutuam em lagos cinzentos e enxergo verdes horizontes que giram sobre minha cabeça assim que desperto nas areias macias de praias brancas. Lá eu me espreguiço, coloco meus velhos óculos escuros e vou para um lugar onde tenha café, ou uísque, ou os dois ao mesmo tempo, a ordem do caos é a única que me interessa neste momento.

Olho para o sol e o relógio me diz que é hora de nada, então por um momento fico encarando as pedras de gelo que me dizem: “Corre! Corre! És livre!”. E assim lá vou eu. Sigo em minha busca de longas caminhadas que minhas pernas já cansadas não conseguem mais largar. Sou um guerreiro obstinado, um palhaço sem risada, um rei sem rainha a coroar.

E assim a noite desce e suave a brisa vem me namorar. Beija meu corpo suado, lambe minhas lágrimas amargas e com prazer fala que vai me acompanhar. Deitamos na areia cinza, onde minha eterna ninfa com prazeres divinais me satisfaz.

A noite segue calada, ficamos ensaiando gestos que nenhum namorado jamais fará. Juramos promessas eternas, com aquelas palavras mais belas que nunca mais ouvirá.

Daí a manhã chega, esquece-te de mim e te vais a voar. Fico sozinho de novo e mais uma vez começo a vagar. E assim vou indo, pela sina do meu destino, sou peixe sabido que não volta para o mar. Ando de praia em praia, confisco saia a saia, até que minha vida um dia eu sei que vai se cessar.

Mas enquanto essa hora não chega, peço – te, por favor, não se aborreça, e lembre-se de mim toda vez que for olhar o mar, pois pode ser que nem bem afastado, bem aí do seu lado, eu esteja a passear.

sábado, 18 de setembro de 2010

Last GoodBye


“The Light has gone out of my life” so said the president, and right now I feel just the same, a part of me is dead now, leaving an empty space in my heart that shall never be replaced. Not only my mentor, my guide, he was my Hero, he was always by my side no matter what, he taught me how to be a Man, how to love my Family, how to be the very best I could always be.

So I promised in his deathbed I´m gonna protect our family, and you know I gotta thank you for everything you did for all of us, but now it´s finally your time to rest, you´ve done your part, now let mine begin.

Have you ever walked in the shadow of a giant? That´s how I felt when I was growing up, even now, seeing how many people were touched by the kindness of your heart, you were not just a Giant, you are a God, and Gods don´t die, they simply go to Heaven when they think it´s time, and I know you´ll protect us from the other side, you will smile down at us when you see we all united, you will send tears from heaven when something bad happens, but I swear I will always be there, watching over everything you taught me how to value.

I´m Sure You Are In A Better Place Now, So Thank You For Everything And Keep Watching Over Us!

Always In My Mind.

Love You Forever,

Giuliano Mazzeo

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Whatever Lies Ahead


Olá a todos!

Faz tempo não? Realmente tenho andado sem muito tempo para muitas coisas, acho que o final do último semestre na faculdade com aulas de licenciatura me abalou mais do que eu esperava. Olhando para trás agora, posso dizer que houve uma notável diferença em mim mesmo desde a última postagem neste espaço.

Foi um curto período de tempo, mas ouso dizer que descobri mais coisas sobre mim nos últimos meses do que em alguns anos. Ninguém sabe pelo que tive que passar nesse semestre, ninguém sabe o duro que eu dei, as batalhas vencidas e as conquistas alcançadas. e provavelmente nem irão ficar sabendo, pois acho que são histórias longas demais e que se tornariam chatas para ambas as partes, tanto para quem escreve como para quem lê, portanto me perdoem, mas acho difícil que essas crõnicas de eu mesmo venham a existir algum dia.

De um modo geral posso dizer que fui bem sucedido e que agora, depois de tudo isso, perdi a vergonha de dizer que amo a mim e aos meus amigos, amo gente que me quer e me faz sentir bem, amo todos aqueles que me mandaram mensagens carinhosas quando eu mais precisava ou simplesmente voltaram a aparecer na minha vida simplesmente para dizer "Olá" seguido de um "Há quanto tempo!". Ninguém faz ideia de como fico feliz com coisas desse tipo, de repente encontrar uma pessoa tão querida mas que esse menino travesso chamado Tempo afasta da gente e depois faz a gente esquecer, ou lembrar de coisas que não existiram e esquecer de sonhos que transformamos em realidade há muito passado.

Mas chega desses balanços e saldos especulativos, agora uma nova etapa começa, e posso dizer sem medo que estou finalmente extasiado, pela primeira vez em muitos anos eu posso olhar para frente e dizer ao mundo que estou pronto, que me sinto assustado quando enfrento grandes desafios, que fico feliz de passar um dia com meus amigos e que apesar da minha cara séria, fico vermelho quando a menina que eu gosto vem falar comigo.

Whatever lies ahead I shall face it, I shall overcome all challenges and become a champion, I´ll be stronger, I´ll be wiser, I shall not rest until I have conquered it all. If I play Romeo, would you be my Juliet tonight? Nightingale, Oh sweet Nightingale! What good fortune brings you in those beautiful wings of yours?

E é com essa simples mensagem que traduzo ou não tudo o que passei ultimamente, talvez volte aqui para escrever mais, talvez, com alguma sorte encontre novas coisas to write about, la vita è bella e há muito o que ser vivido, por isso, vou ficando por aqui e até o nosso próximo encontro!

See y´all later!