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quinta-feira, 19 de maio de 2011

For the one who makes all the Clouds Disappear


Olá a todos!

Tem um tempinho desde a última vez não? Queiram desculpar, estive muito ocupado nos últimos tempos, não pela faculdade, nem pelos trabalhos externos, mas simplesmente sendo feliz... muito feliz.

Quem acompanha a história deste blog pode dizer que este que vos escreve sempre teve uma quedinha por posts que demonstram um ou outro estado de sentimento, e na maioria das vezes, o amor era um grande vilão, uma grande artimanha dessa máquina chamada destino que comanda nossa existência.

Nos últimos tempos, encontrei uma pessoa perfeita, especial em todo e qualquer sentido, e ela simplesmente me encheu de uma lógica que não faz sentido, de uma vontade de para sempre olhar a vida como um horizonte interminável de oportunidades e principalmente, me encheu de vontade de andar por muitos caminhos, sempre segurando sua mão...

Para minha querida e amada Tatiana:

Já diria Vinicius de Moraes que "São demais os perigos desta vida / Pra quem tem paixão principalmente / Quando uma lua chega de repente" E foi assim que você, meu amor, apareceu na minha vida, em uma noite que terminava o ciclo de uma semana imperfeita, cheia de crueldade, onde meu espírito havia sido devorado ferozmente pela vontade dos homens e encarava um abismo cheio de desapontamento.

Mas daí você apareceu, bem no meu momento mais humano, na minha fragilidade totalmente exposta e se ofereceu para conversar comigo, quando você me encontrou estava ferido e caído, meus olhos só enxergavam cinza e nenhuma razão seria suficiente para me consertar, mas você cuidou de mim, estendeu seus braços e me aqueceu na noite escura, encheu meus lábios de vida e me fez respirar novamente.

A partir daí o mundo era mais vivo, a grama era mais verde e a água mais cristalina, e tudo estava bem de novo, pelo simples fato de que tenho você ao meu lado. Você me deu força para levantar de novo, me deu motivo para continuar seguindo em frente, e principalmente, você se transformou em alguém para quem eu quero sempre retornar, não importa a distância que nos separa, nossas almas estão unidas e nossos corações batem como um só, não importa onde for, qualquer lugar será minha casa enquanto você estiver lá.

Nunca achei que conseguiria aceitar a ideia de dividir minha vida, meus segredos e medos com alguém e com tanta felicidade, mas você é tão especial, tão companheira, que me faz sentir tão bem como se tudo o que aconteceu comigo não pasasse de brincadeira de criança.

Meu amor, você me traz paz, algo que sempre procurei e nunca tinha encontrado em ninguém antes, suas palavras acalmam meu espírito assim como o vento de calmaria que ameniza a tempestade. Antes eu marchava para a vida em ritmo acelerado e confuso, passando por cima de qualquer coisa que ficasse no meu caminho, mas com você é diferente, só tenho vontade de ficar eternamente deitado em seu colo, embaixo de uma árvore de cerejeiras e ficar olhando o tempo passar, adormecer em seus braços, e sentir seus dedos acariciando meus cabelos como as folhas que deslizam no ar. Assim devem ser os Elíseos.

Quero passar o resto dos meus dias ao seu lado, acordar e descobrir no seu olhar todas as razões que fazem a Terra girar, encontrar no seu sorriso as verdadeiras formas do amor e me sentir um só com o universo em contato com seu corpo.

Leoninos quando amam são intensos, únicos e verdadeiros, e afinal acho que apenas um leonino pode amar a outro, não é uma coisa de signos, mas sim uma verdadeira cumplicidade sem precendentes, onde nossas caracteristicas mais fortes são elevadas ao máximo, somos eternamente fiéis, atenciosos e carinhosos, tudo isso para dizer que finalmente este leonino encontrou sua parceira, sua leonina para toda a vida, para sempre a dona de todo o meu amor.

Te amo Táh, hoje, para sempre e até o final dos tempos. You make all the clouds Disappear!

Eternamente seu,

Giuliano

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Broken Heart Down


All my girls say you´re just a cruel bitch

That you do not deserve to let anyone without speech

But at the end of the day I always get what I want

I would give the world but I rather stand tall.


Kiss me, love me, hate me then leave

That´s your biggest sin, to always leave before the win

You´re unpredictable, what you put me through it´s almost unbelievable

I used to want this thing forever but you can have it back.



And I´m never coming again, I’m married to the game,

You were my Everest, the tallest skyscraper

But who knew you would become worst than September 11?


Now I see it was just a whole lot of bullshit

And we were just a bunch of fools trying to transform rights into wrongs

And planning things we would never do.


Where are going now?

What are we supposed to do?

I have no place to set my heart down

I just thought we would never be ruled.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Venha ver o Mar Carolina


Carolina tinha um jeito de menina, desses que só as Carolinas têm.

Andava devagar com um olhar disperso e bem discreto,

Evitando ir para qualquer lado, na verdade só estava à procura do sol.

Deitava seu corpo na areia onde passava a tarde inteira a me contar

Das suas histórias, só o seu sorriso já bastava para me cativar.


Carolina era de 90, mas não passava dos 16

Era Libriana de Setembro 26 e diz que seu sonho

É todo dia acordar depois das 3.

"Venha para o Mar!". Gritava-me ao sair correndo pela rua

E no céu apenas a presença de nuvens nuas

A bailar... E Carolina a nadar, e a nadar...


Te admiro distante, com um tímido semblante

Começo a imaginar, como seria a vida com Carolina,

Bem ali, do ladinho do Mar.

Talvez sejamos apenas pensamentos livres a voar.

Sentimento eterno de quem não tem pressa para chegar.


Seu corpo é melodia

E seus olhos brilhantes são um todo de poesia

Que só você, com exímia maestria, consegue proclamar

Coitado de quem estudar a composição de Carolina

Carolinas não precisam de rimas, são harmonias perfeitas em suas próprias composições.

Uma Simples Divagação de Férias


Olá a todos! Como estão?

Faz tempo que não nos vemos não? Essa é a primeira postagem de 2011? Puxa como o tempo passa rápido não é mesmo?

Mas enfim, vamos logo ao que interessa! Poderia passar horas a fio descrevendo as festas de final de ano e os porres que tomei e os que deixei de tomar, as festas que frequentei, os amigos que visitei e até mesmo as meninas que mexeram com meu coração durante esse último mês de Janeiro, mas hoje aconteceu uma coisa engraçada que simplesmente me deu vontade de voltar a postar aqui neste espaço, e com isso dito já podemos começar...

Saí de Sampa há alguns dias graças à carta branca em forma de e-mail que me concedia mais sete dias de alforria para ir cantar em qualquer lugar que me desse vontade, e com isso em mãos, parti para meu lugar favorito em todo o planeta – qualquer lugar que tenha sol e mar!

Tenho quase certeza que devo ter sido um peixe em outra vida ou mesmo filho de Poseidon, e que apesar de ser um leonino pra Serpentarius nenhum mudar a data, sempre gostei muito desse mundo comercial de Coca-Cola com praia, mar, alegria, sol e pessoas felizes (Sim, o calor da noite já está afetando e muito a minha escrita, mas deixa isso pra depois). Fato é que toda viagem é muito melhor quando se está acompanhado, por isso convoquei más tres caballeros e partimos rumo ao litoral.

E entre conversas afinadas e promessas de nunca mais beber até a noite seguinte, eis que um assunto no pior estilo hot topic parou na mesa que nem espetinho de bacalhau que chega depois da quinta rodada de cerveja. “Afinal, o que são os amigos?”. Foi assim mesmo, disparado do nada como um raio que corta embriaguez lúcida de nossos sentidos que nos entreolhamos e ainda perplexos, começamos a divagar sobre o assunto.

Na verdade isso poderia até render um bom conto, mas não vou desmerecer os clássicos contistas que me foram enfiados goela abaixo em três anos de Letras cometendo tal sacrilégio, por isso, lhes digo logo a parte que me diz respeito, pois para mim, os amigos são como as estações, muitos se vão com o passar do tempo e deixam lembranças alegres ou tristes, também existem aqueles que você escolhe seguir e aqueles que escolhem seguir você, e assim se cria um elo de amizade verdadeira, e mais do que isso, uma relação profunda que tem como base o respeito e a confiança.

Já conheci pessoas que mereciam toda a minha mais devota lealdade, mas que com o passar do tempo acabaram por se desviar de meu caminho deixando uma trilha de saudades ou de arrependimentos. Não mentirei dentro deste sagrado espaço para minha própria lucidez, e confesso que sempre segui um conceito em relação às minhas amizades – quem decidir vir comigo ou aqueles que eu desejar ter em minha vida para sempre, poderão eternamente contar comigo para qualquer momento ou situação. Gosto de ajudar e fico feliz em fazer qualquer tipo de coisa que possa ser considerada um sacrifício para que uma pessoa que eu considero importante fique feliz ou que consiga realizar um belo sonho, sou um grande observador de sonhos, aquele cara que dá um empurrão pro amigo ir falar com a menina mais bonita do colégio, aquele que apanha junto e pula numa briga sem pensar duas vezes, aquele que abraça as amigas e que vai tirar satisfações com ex-namorados, já fiz tudo isso e faria tudo de novo, pelo simples fato de que essas pessoas sempre fizeram o mesmo por mim.

Sou um homem que não conserva amizades, prefiro muito mais constituir uma grande família com irmãos e irmãs que não têm o mesmo sangue, mas que fazem meu coração bater como se fosse um só. Nascemos em dias, meses e até mesmo anos diferentes, mas escolhemos de livre e boa vontade seguir juntos pelo mesmo caminho, e se Deus puder ser um pouco mais bondoso, até mesmo morreríamos no mesmo dia, do mesmo mês e ano.

C ´est la Vie, pelo menos eu quero acreditar que seja, e se não for, vou lutar para que se transforme no mais perto possível disso, e no final, sei que não estarei sozinho, pois neste grande palco pelo qual passamos, existem mais papéis do que eu possa nomear, mas asseguro que nunca houve um coadjuvante sequer na minha história - e nem haverá. E por isso eu sou muito grato.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Uma Reflexão Natalina




Olá a todos!

Como estão? Faz tempo não?

Pois é, de vez em quando a vida dá certos pulos que fica até difícil pegar o ritmo novamente, e é exatamente sobre isso que esse post se trata, na verdade, a ideia original era mais sobre fazer um balanço de tudo o que aconteceu neste último ano, mas teria muito para contar e pouca paciência e memória para registrar aqui neste espaço tudo o que passei, sem falar que não gosto desses resumos de final de ano, aliás, se o mês de dezembro não fosse representado em grande parte pelo signo amigo de Sagitário e pelas pessoas maravilhosas que habitam minha vida e que fazem aniversário nesse mês, teria muito mais motivos para gostar ainda menos dessa época do ano.

Acontece que desde que era um adolescente espinhento nunca gostei muito do Natal, sempre achei um pouco forçado demais essa história de "Paz na Terra aos Homens de boa vontade", mas enfim, como bom cristão influenciado pelo Budismo que sou, sempre aceitei numa boa a tudo e a todos que resolviam aparecer pela frente durante essa temporada de festas.

Mas o engraçado é que este ano a vida me mostrou como lidar com certas coisas que nunca havia experenciado antes, visitei o inferno duas vezes por causa de decepções amorosas, subi ao paraíso com minhas conquistas profissionais e pessoais, me tornei amigo de novo de pessoas que jurava que poderia perder o contato facilmente, senti na pele a dor de perder um dos meus melhores amigos e mentor para todas as horas que era representado pela figura do meu avô, enfrentei desafios atrozes em minha jornada acadêmica, que graças à ajuda de duas pessoas mais do que especiais, verdadeiras companheiras que me adotaram e viraram meus anjos da guarda, pude ser salvo e ter minha fé renovada em alguns aspectos da convivência humana.

Por isso, aí vai uma pequena lista de tudo que me valeu a pena esse ano:

Aprendi que não é feio chorar por quem você ama.
Aprendi que não é bobagem lutar para defender quem você quer bem.
Aprendi que tudo bem levar um tombo de vez em quando.
Aprendi que nem todos gostam de mim, mas no fundo tenho que respeitá-los pelo que são.
Aprendi que quando você pensa estar sozinho, na verdade seus melhores amigos, estando perto ou longe, estarão sempre com você e irão chorar, rir e lembrar de muitos momentos em que passamos juntos, seja por uma ligação de número restrito na madrugada, um tweet singelo com apenas um s2 seguido do meu nome ou uma conversa de msn cheia de emoticons te dizendo o quanto te adoram e sentem sua falta.

E por último, mas não menos importate, aprendi que tenho que aproveitar tudo isso e sempre tentar ao máximo fazer com que todas essas pessoas possam sempre estar ao meu lado, e que eu possa estar sempre ao lado delas. Não poderia nunca pensar em um modo melhor de viver minha vida, e essa talvez seja a resposta que estive procurando por muito tempo.

Sou grato por tudo que aconteceu e pelas oportunidades que me foram oferecidas neste ano. Mais do que isso seria dizer que gosto demais do Natal, mas de fato há um certo clima de bondade e esperança no ar que renova tudo aquilo que os outros meses desgastam dentro de nós, por isso, vou ficando por aqui, e desejo a todos um Feliz Natal junto de suas famílias e amigos! E claro, como já é tradição, vou ler Charles Dickens até enjoar! E com isso, "God Bless Us, EveryOne!"

domingo, 31 de outubro de 2010

Everyday



I wake up every morning at 6:00 A.M to have a shower

Thinking about some things I have to do

Living day by day is becoming a hard task

As I walk down the street having three buses to catch


I don´t know what´s going on

Somebody just told me

There´s five little kids playing outside in the street

The poor things can´t even decide who they wanna be

Their idols are dead and a hero is rare to see


I can´t imagine how their future is going to be

Their parents died trying to give them the best

For they would become the finest they could be

But society gives us all a gun and a bullet

And we´re free to choose between aiming and shootin´


But guess what? We never break the rules

We want to say things that others wouldn´t dare to do

And we´re just a bunch of fools

We believe when they say “you can write about anything”

So we write and we get screwed


My life has been blessed from the heavens above

I have special feelings I cannot lose

Just to keep me safe and warm

From the cold adrenaline modern life inject into us


I pray every night for my mind´s sake

They say to keep praying to fortify my faith

It´s funny how things happen in church

They call you brother before you get robbed


Sometimes I wish my world was a little different

I guess I never saw a rainbow, there´s always a storm coming

And we keep living and praying and planning and failing

And gaming and playing and saying and giving and taking

Until someone dies.


Then we wait for the next round to have a fresh start

All over again.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Japão, Cultura e Games

Olá a todos, como estão?


Finalmente estou voltando para estas bandas a fim de postar sobre games! E o que é melhor, o post de hoje não é apenas sobre games, mas também envolve Cultura Annnnnd Japan baby!!! Oh Yes!
Sendo que o motivo de tanta alegria é que estou voltando a escrever sobre três grandes paixões que de alguma forma ou de outra, sempre nortearam algumas decisões em minha vida, e com isto claro, vamos começar? Let´s roll!

Na última terça - feira (19), aconteceu no Espaço Cultural Fundação Japão em São Paulo, a palestra: "Japão: um olhar ocidental a partir da cultura dos vídeogames" ministrada por Adriana Kei - professora do curso de Design de Games e Tecnologia em Design de Animação pela faculdade Anhembi Morumbi, além de game designer, produtora e sócio-proprietária do estúdio de games "Cats in the Sky".

Com um auditório quase lotado, Kei palestriu durante duas horas (que mais pareceram quinze minutos) sobre como a sociedade ocidental foi afetada pela cultura japonesa de diversas formas, seja importando produtos ou até mesmo incorporando valores e ideais tão presentes no universo oriental.

Começando com uma breve trajetória sobre o legado das principais desenvolvedoras japonesas, a atenção reservada para a Nintendo foi um dos pontos altos da noite, onde foram discutidas não somente as origens da marca, mas também seu histórico de criações e os bastidores por trás de grandes títulos como Donkey Kong e Super Mario Bros., além de como esses jogos ajudaram a criar uma nova geração de ícones que iriam influenciar uma nova era de gamers que começava a se formar.

A seleção de jogos apresentados não deixou a desejar em nenhum aspecto, foram citados desde games característicos da era Playstation como Final Fantasy VII (1998), até mesmo outros de valor histórico incomensurável, tais como Gun Fight (1975) e Pac - Man (1980).

No entanto, aqui cabe uma ressalva, já que um dos títulos que faltou para consolidar ainda mais a relação Cultura oriental e Ocidente, é o caso da franquia Pokémon. Não há como negar que os jogos de Pokémon para Gameboy foram um verdadeiro divisor de águas dentro do mercado de games americano, já que a venda de cartuchos dos monstrinhos de bolso superou as expectativas tanto da Nintendo americana, como a de sua matriz japonesa.

O fenômeno dos consoles de bolso não teria um quinto de sua grandeza atual no mercado global se não fosse pela ajuda de Pikachu e cia. O fato é que a partir do sucesso viciante que esses lançamentos atingiam em velocidade absurda, uma nova cultura gamer se estabeleceu entre os mais aficionados, ou true / hardcore gamers.

No entanto é injusto comparar o sucesso de plataformas de Arcade com o monstro que o Gameboy havia se tornado, até mesmo por uma questão de recursos tecnológicos e o contexto global em que foram criados e distribuidos ao redor do planeta, mas de toda maneira, isso contribuiu para o surgimento de um novo conceito em criação de enredos, gráficos, e até mesmo estilos de sons para os jogos que ainda estavam a ser desenvolvidos e que já estavam encarregados de uma difícil tarefa: continuar agradando aos fãs que as empresas haviam conquistado ao longo de décadas de lançamentos inovadores e cada vez mais conceituados.

Por fim, hoje vivemos uma nova era onde podemos acompanhar de perto o desenvolvimento de grandes ideias que se tornarão (ou não) fatores decisivos que influenciarão outras gerações que ainda estão por vir.

A tecnologia usada para criar games surpreendeu o mercado ao provar que o cinema deixaria de ser a mais versátil forma de entretenimento no século XX / XXI, e novas tendências estão para surgir ao que estamos assistimos, em ritmo cada vez mais frequente, o nascimento de um novo mercado consumidor e produtor não somente de games, mas que tem como meta estabelecer um padrão revolucionário a cada criação, nas palavras de DaVinci, "Que o teu orgulho e objetivo consistam em pôr no teu trabalho algo que se assemelhe a um milagre."


E por enquanto é só. Ficamos por aqui e até a próxima!